Pai humano usa cone em solidariedade ao cachorro machucado

Para atenuar a tristeza e a solidão do cachorro machucado, este tutor usou um cone no pescoço.

Diz o ditado: “Não basta ser pai, é preciso participar”. Um cachorro estava se recuperando de uma cirurgia no olho e precisou usar um cone no pescoço (também conhecido como colar elisabetano), para evitar que ele lambesse e mordesse o corte. Em solidariedade, o pai do peludo também resolveu usar o acessório.

Quem já passou pela experiência conhece bem: quando um cachorro está imobilizado com um cone, ele não consegue fazer nada direito. Até mesmo a coordenação motora parece ser afetada. Alguns peludos não conseguem nem sequer andar. O acessório é necessário, mas os pets sofrem quando precisam usá-lo.

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O cachorro e o tutor

O cachorro, um retriever do Labrador chocolate, já faz muito sucesso há muito tempo nas redes sociais. No Instagram e no Tik Tok, ele é seguido por milhares de internautas e diversos vídeos já ultrapassaram três milhões de visualizações. Ele é conhecido como “Ollie, good boy”.

Como toda boa mascote, Ollie é bagunceiro, atrevido, sociável, amigo e muito brincalhão. Recentemente, o cachorro teve de ser submetido a uma pequena cirurgia e levou alguns pontos. No período de recuperação pós-operatório, ele precisou usar o colar elisabetano.

O acessório serviu de motivo para mais um vídeo do “bom menino”. Nas imagens, o tutor Alex Morgan aparece sentado no sofá, enquanto Ollie se aproxima. É evidente que o cachorro estava muito carente.

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Mais tarde, Alex contou ao The Dodo: “Ollie estava muito triste com o cone. Ele estava deprimido e sentindo muita pena de si mesmo”.

Vendo que Ollie estava muito deprimido e cabisbaixo, o tutor resolveu animá-lo um pouco. Retirar o colar de proteção estava fora de cogitação – ele é a garantia de que os cachorros não forçarão os pontos de uma cirurgia ou curativo.

Então, se Ollie não pode tirar o cone, Alex pensou: “O que ele acharia se eu usasse um acessório igual?”. A reação foi captada no vídeo. O cachorro se divertiu com o pai usando um cone e esqueceu um pouco o desconforto causado.

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As imagens rodaram o mundo. Internautas comentaram sobre a criatividade e a disponibilidade de Alex, em usar o cone para amenizar a tristeza e o incômodo de Ollie. O tutor usou o colar por apenas alguns minutos, mas o cachorro teve de aturar o acessório por uma semana inteira.

Felizmente, os pontos estão cicatrizados. Ollie já está recuperado da cirurgia e pôde aposentar o colar elisabetano. A dupla continua se divertindo e fazendo novos vídeos, para alegria dos usuários do Instagram e do Tik Tok.

O melhor desta história é que Ollie se divertiu e relaxou, e isso ajudou bastante na recuperação. Enquanto isso, os humanos da família se divertiram com as imagens. Ollie e Alex continuam inseparáveis e com a saúde em dia.

Dicas para usar o colar

Nem todos os tutores estão disponíveis para usar um colar elisabetano, em solidariedade aos peludos convalescentes de traumas ou cirurgias. De qualquer maneira, é sempre possível atenuar o desconforto.

O acessório não é agradável para cães e gatos, que tentarão fazer de tudo para retirá-lo. Além de prejudicar o movimento, o colar elisabetano é usado quando o pet já está incomodado – e a sensação só piora. Além disso, eles não fazem ideia da serventia do objeto. Para eles, é apenas um estorvo.

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Antes de vestir o colar, deixe o pet se acostumar a ele. Coloque-o ao lado, para que o cão ou gato possa cheirar, tatear, certificar-se de que não é um objeto perigoso. Enquanto o peludo explora o cone, aproveite para fazer carinho e dê alguns petiscos, para que ele associe o acessório a coisas positivas.

Nos primeiros momentos, fique ao lado do cachorro ou gato que precisa usar o cone. O objeto realmente atrapalha os movimentos, mas é fundamental para uma cicatrização adequada dos cortes – portanto, retirar o colar não é uma opção. O ideal é associá-lo a brincadeiras e momentos de prazer.

O objeto tem esse nome porque teria sido usado pela primeira vez pela rainha Elizabeth I, da Inglaterra, Escócia e Irlanda, no século 16. Consta que, quando criança, a monarca tinha o mau hábito de cutucar as unhas dos pés, hábito impedido pelo colar.

De qualquer maneira, a rainha acabou introduzindo a peça em seu guarda-roupa: em diversos retratos, é possível ver Elizabeth I com golas largas e altas. Ainda durante o reinado, a peça passou a ser usada em animais domésticos e de estimação.

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