Mulher acorda todos os dias com o “bom dia” da cachorra do vizinho

Com muita alegria, a cachorra do vizinho aparece todos os dias de manhã para acordar esta mulher.

Edith é uma cachorra da raça retriever do Labrador que gosta de ver as pessoas felizes e equilibradas. Ela foi a primeira a dar as boas-vindas a Sophie Moore, que, desde então, acorda todas as manhãs com o “bom dia” da peluda.

A americana teve de mudar de casa e, logo nos primeiros dias, não conhecia ninguém da vizinhança. Para tornar a situação mais complicada, ela estava saindo de um relacionamento amoroso e sentia muita falta do cachorro do antigo parceiro.

Edith parece ter percebido a solidão e a tristeza de Sophie. A cachorra, no entanto, não poderia deixar ninguém triste. Por isso, ela passou a visitar a nova vizinha diariamente, para mostrar que a vida continua e sempre vale a pena viver.

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Edith e Sophie

Sophie tinha muito com que se adaptar. Ela havia deixado a casa antiga para o ex-companheiro, onde também convivia com um cachorro bagunceiro, barulhento e adorável. A americana ainda não tinha tido tempo de fazer amizades no bairro novo e estava se sentindo deprimida.

Certamente, a americana sentia falta da antiga família e dos relacionamentos que havia deixado para trás. Mas Edith, a labradora preta do vizinho (com quem Sophie tinha trocado poucas palavras até então), não estava disposta a perder uma oportunidade de fazer amizade.

A solidão de Sophie começou a se desfazer quando, certa manhã, ela percebeu a presença de um visitante inesperado. Os latidos denunciavam a presença de um cachorro: Edith estava parada na porta, latindo e pedindo para entrar.

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A visitante ajudou Sophie a se sentir mais confortável no novo ambiente. A cachorra, com todo o senso de guarda e proteção, estava incomodada com o movimento na casa vizinha – afinal, ela não tinha como saber se se tratava de um amigo ou de um invasor.

Sophie abriu a porta da cozinha e convidou, com um gesto, a cachorra para entrar. Edith estava desconfiada: nunca se sabe se é possível confiar em estranhos. Alguns carinhos na cabeça – e alguns biscoitos –, porém, deixaram a labradora mais à vontade.

Em poucos dias, as visitas de Edith se tornaram uma rotina na vida de Sophie. Todas as manhãs, quentes ou frias, ela é acordada com os latidos da amiga. Edith espera sempre do lado de fora, ansiosa por ser notada.

Edith faz companhia para Sophie enquanto ela se prepara para as tarefas do dia. A cachorra é muito educada: ela caminha pela casa com movimentos delicados e sutis. Com o olhar, ela sempre parece perguntar se não está atrapalhando.

Quando Sophie vai para a cozinha tomar o café da manhã, a cachorra a acompanha de perto, mas sem atrapalhar em nada. Ela permanece ao lado da vizinha por alguns momentos, ganha mais carinhos e biscoitos.

O sinal para o fim da visita é quando Sophie se levanta e pega a bolsa. Edith sabe que a amiga está prestes a deixar a casa. As duas saem para a rua juntas: Sophie em direção ao trabalho, Edith no caminho de volta.

A cachorra não volta para novas visitas em outros horários. Mesmo nos finais de semana, em que Sophie fica em casa, Edith só aparece de manhã, como se realmente quisesse dizer “bom dia” e certificar-se de que está tudo bem com a amiga.

Naturalmente, a mulher está adorando a nova rotina, determinada pela perseverança e lealdade da cachorra. Os recomeços são sempre difíceis, especialmente quando envolvem desilusões amorosas, mas Edith está pronta para dar a força necessária para a amiga seguir em frente.

Apesar de representar um perigo, os tutores de Edith permitem que ela saia para a rua várias vezes durante o dia. A região em que Sophie e a labradora residem é tranquila e pouco movimentada; por isso, a cachorra se sente segura para dar as suas voltas.

Não se sabe se a cachorra se encontra com outras pessoas além de Sophie. O certo é que ela tem horários bem definidos e o período da manhã é dedicado às “conversas” com a vizinha. Para Sophie, as visitas realmente ajudaram a ajustar à nova rotina.

A cachorra preencheu alguns espaços vazios na vida da americana. Ela ajudou a jovem a se adaptar ao novo bairro e a não sentir tanta falta do antigo cachorro. Em troca, ela pede apenas alguns afagos. Definitivamente, os cães são animais surpreendentes.

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