Cachorra desnutrida abandonada encontra a pessoa perfeita para ajudá-la

Uma cachorra abandonada impressionava pela magreza, mas encontrou alguém para ajudá-la.

Uma cachorra pitbull foi vista perambulando nas ruas. Seria apenas mais um animal abandonado, mas a cachorra impressionava pela magreza: ela era praticamente apenas “pele e ossos”. Felizmente, a peluda encontrou a pessoa perfeita para ajudá-la.

A cachorra foi encontrada em um beco. Era evidente que ela precisava de socorro médico urgente. Desnutrida, desidratada e muito fragilizada, ela não duraria muito tempo se alguém não a ajudasse.

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A ajuda

Uma das moradoras da vizinhança pôde observar a cachorra pela janela e não se conteve. A jovem não poderia deixar a pitbull ao relento, com frio e fome. Ela levou-a para casa, para proporcionar pelo menos uma noite confortável para a peluda, que foi provisoriamente chamada de Nova.

Na manhã seguinte, a responsável pelo resgate levou a cachorra até o hospital veterinário. A situação não era nada favorável: depois da primeira avaliação, os médicos informaram que a pitbull poderia não sobreviver.

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A jovem heroína desta história, no entanto, não estava disposta a desistir tão facilmente. Ela levou a cachorra de volta para casa e passou a alimentá-la com ração especial, de alto teor proteico. Ao lado do reforço na nutrição, a cachorra passou a receber muito amor – talvez como nunca tivesse recebido na vida.

Passados alguns dias, era visível que a cachorra estava ganhando peso: as costelas ainda podiam ser sentidas no toque, mas não estavam mais visíveis. Depois de algumas semanas, a peluda já conseguia saltar sobre a sua salvadora: a sobrevivência estava garantida.

A pitbull, apesar da fama que persegue a raça, demonstrou ser extremamente dócil: afinal, a cadela estava muito grata à nova mãe e fazia demonstrar isso o tempo todo. O que era para ser apenas uma noite de ajuda transformou-se em uma nova família alegre, unida e muito forte.

A jovem vivia com outros animais de estimação, que receberam a pitbull de braços abertos. A cadela, em troca, demonstrou toda a amizade e camaradagem que sentia. A vida em família passou a transcorrer em plena harmonia.

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A tutora da pitbull procurou uma clínica para verificar se havia alguma identificação. A cachorra tinha sido abandonada, mas, talvez, ao vê-la forte e saudável, a família a recebesse de volta. O veterinário identificou um microchip com os dados dos antigos tutores.

Lisa, a salvadora da pitbull, entrou em contato com a família, mas eles não se interessaram por ela. Ficou evidente que ela tinha sido efetivamente abandonada e os antigos familiares não tinham nenhuma intenção de recebê-la.

O microchip tinha outra informação importante: o nome da cachorra. Ela se chamava Blue. Por coincidência, o mesmo nome de outro cachorro de Lisa, que havia morrido anos antes. A tutora ficou sensibilizada e ainda mais apegada à filha adotiva.

A recuperação de Blue foi gravada pela tutora, desde o momento do resgate até o registro definitivo da adoção. As imagens da pitbull foram reunidas em um vídeo que se tornou viral nas redes sociais.

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Blue está famosa, desfrutando curtidas e comentários no Instagram e no Facebook. Mais importante do que isso, contudo, é o fato de a cachorra estar finalmente segura, em um ambiente protegido e amoroso.

A cachorra está feliz, equilibrada, compartilhando a alegria de viver – que ela certamente tem de sobra. A nova família está muito satisfeita com a presença de Blue, que veio fortalecer ainda mais os vínculos de amor e amizade.

Por um motivo ou outro, alguns tutores chegam a um ponto em suas vidas no qual não podem mais manter os cachorros (e outros animais de estimação). Cada um é responsável por seus atos e ninguém deve ser prejulgado.

Mesmo assim, é importante que, não podendo mais cuidar de um animal, ele seja preferencialmente entregue a alguém que pode se responsabilizar por ele, ou mesmo em um abrigo, para que ele possa ter a oportunidade de encontrar uma nova família.

Abandonar um animal de estimação nas ruas é um ato extremamente cruel. A maioria dos cães e gatos sem teto morrem no primeiro ano, por causa de traumas ou doenças. Além de cruel, o abandono também é considerado crime no Brasil, com penas que podem chegar a até cinco anos de reclusão.

Viver com um cachorro é um compromisso de longo prazo: os peludos vivem, em média, de 12 a 15 anos. É preciso refletir muito bem antes de aceitar a companhia de um pet. Ele não é um objeto de decoração que possa ser descartado quando não tem mais utilidade.

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