Bebê conversa com cachorro que estava com medo de trovões na esperança de acalmá-lo

Um bebê de um ano foi flagrado tentando acalmar o cachorro, apavorado com o barulho dos trovões.

O barulho de trovões pode ser apavorante. Muitos cachorros têm medo de temporais: não bastasse as gotas ricocheteando nas janelas, os ruídos de explosões parecem prenunciar tragédias. Mas um bebê de um ano não quis que o melhor amigo ficasse com medo. Ele foi flagrado pelos pais tentando acalmar o cachorro da família.

Theodoro é um golden retriever de um ano de cinco meses – já é quase um adulto. Melina é um bebê de apenas um ano, mas que já se preocupa com o bem-estar do cachorro e não quer que ele sinta medo. Nada mais natural, já que eles são amigos desde quando Melina estava na barriga da mãe, Joyce Basilio.

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A gravação

A dupla foi flagrada durante um temporal, que chegou com raios e trovões, apavorando o cachorro da família. Theodoro ficou inquieto, com muito medo, tentando se esconder. O bebê, no entanto, tentou acalmá-lo e confortá-lo.

Assim como Theodoro, Melina não faz ideia do que sejam raios e trovões. A reação natural do bebê, ao ver o cachorro com medo, teria sido entrar em pânico, mas a menininha sentiu, de alguma forma, que precisava proteger o companheiro de todas as horas.

A mãe de Melina não conseguiu resistir à cena de fofura explícita. Rapidamente, Joyce pegou o celular e gravou algumas imagens. As postagens nas redes sociais, que viralizaram com rapidez, foram acompanhadas pela legenda: “Minha filha de um ano conversando com o cachorro, na linguagem dela. Agora me digam: como não amar os dois?”.

A jovem mãe está coberta de razão: é impossível não amar Melina e Theodoro. O bebê balbucia palavras ininteligíveis – ela ainda não possui um grande vocabulário – na tentativa de acalmar o cachorro, que parece se sentir mais confortável com a presença da menininha. Afinal, quem tem um grande amigo não sente tanto medo dos perigos do mundo.

O vídeo de poucos segundos conquistou milhares de internautas. Em poucos dias, as imagens comoventes foram compartilhadas por 70 milhões de usuários. Melina acabou ganhando uma página própria no Instagram, para mostrar as brincadeiras e a cumplicidade entre ela e o melhor amigo do mundo.

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Melina e Theodoro

Joyce lembrou, em uma das respostas à postagem, que, quando engravidou o contou a novidade para os amigos e parentes, muita gente perguntou: “E agora, você vai doar o cachorro?”, como se cães e crianças fossem incompatíveis.

O cachorro, evidentemente, permaneceu com a família. Theodoro curtiu a gravidez com os pais, observou atentamente quando Melina finalmente chegou da maternidade e, desde o primeiro dia, faz questão de dormir no quarto do bebê.

A mãe de Melina lembra também que o golden retriever permanece com o bebê até que perceba que ela adormeceu e está tranquila. Depois disso, ele vai para o quarto do casal, onde divide a cama com os pais. Mas fica atento a qualquer barulho diferente, pronto para assistir e socorrer a irmã em qualquer situação.

Cachorros fazem bem às crianças. Se não houver recomendação médica em sentido contrário, bebês podem conviver com peludos desde os primeiros dias de vida. Eles fortalecem o sistema imunológico, atenuam as respostas alérgicas e, para os mais grandinhos, ensinam muitas coisas sobre lealdade e responsabilidade.

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Melina já está aprendendo esta lição. Ao ver o amigo com medo, escondendo-se pelos cantos para escapar dos trovões, ela rapidamente procurou acalmá-lo, deixá-lo mais tranquilo. Este bebê já sabe o valor da solidariedade e da amizade, o que é mais do que muitos humanos conseguem aprender em 70 ou 80 anos de vida.

É muito difícil que Theodoro perca o medo dos trovões. Afinal, eles são sinais de relâmpagos, que podem causar incêndios e outros acidentes. É muito pouco provável que isso aconteça dentro de casa, mas o golden retriever não conhece as regras de segurança das construções humanas.

Para os cachorros, a nossa casa é uma espécie de caverna, que pode desmoronar em uma tempestade. Ela também pode sofrer um alagamento. Evidentemente, os peludos não fazem ideia do que seja um para-raios.

Seja como for, se for para sentir medo, é muito melhor senti-lo na companhia de alguém a quem amamos, alguém em quem confiamos. Melina e Theodoro ainda enfrentarão muitos temporais juntos. É para isso que servem os amigos.

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